Drone desmontável e portátil faz imagens aéreas com câmeras como GoPro

Pedro Zambarda

por PEDRO ZAMBARDA
Para o TechTudo
PlexiDrone é um drone que pode ser carregado na mochila por conta de suas peças desmontáveis. Ele foi feito para registrar vídeos aéreos e tirar fotos panorâmicas. O aparelho apresenta suporte para instalação de filmadoras e câmeras fotográficas, incluindo a GoPro. O drone é controlável por tablet ou smartphones com sistemas iOS ou Android. O produto se trata ainda de um projeto de financiamento coletivo, que já atingiu mais da metade de sua meta até a publicação desta matéria.

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PlexiDrone é robô aéreo para carregar a sua GoPro (Foto: Divulgação)PlexiDrone é robô aéreo com suporte para câmeras como GoPro (Foto: Divulgação)

O aeromodelo tem encaixe para modelos de câmera como GoPro Hero3 ou as mini DSLR da Sony e pode ser guardado em uma mochila própria, a Plexi-Pack. O robô aéreo também dispõe de sensores para se desviar de obstáculos. Ele pode registrar imagens em 360 graus e seguir o usuário via GPS.

A mochila Plexi-Pack, do PlexiDrone, que serve para guardar o robô (Foto: Divulgação)A mochila Plexi-Pack, do PlexiDrone, serve para guardar o aeromodelo (Foto: Divulgação)

A Plexi-Pack pode ser customizada pelo cliente. A mochila tem compartimentos para guardar o drone desmontado e os acessórios. O preço final do equipamento é US$ 699 (R$ 1,7 mil, em conversão direta) pelo modelo Starter e US$ 769 (R$ 1,8 mil, sem impostos) pelo Pro, que vem com um estabilizador para a câmera.

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Plexidrone equipado com câmera (Foto: Divulgação)PlexiDrone montado e equipado com câmera (Foto: Divulgação)

O PlexiDrone foi desenvolvido por seis pessoas da startup DreamQuii de Toronto, no Canadá. O aparelho tem previsão de ser entregue em março de 2015, caso o projeto consiga bater o seu objetivo de arrecadar US$ 100 mil (R$ 246 mil) até 15 de novembro. Confira um vídeo do drone em funcionamento:

Projeto com carros elétricos traz economia de combustível em Curitiba

Prefeitura está usando 10 veículos, cedidos por montadora para projeto.
Em cinco meses, eles rodaram juntos 24 mil km, a um custo de R$ 1,2 mil.

Carros foram integrados à frota oficial da prefeitura (Foto: Cesar Brustolin/SMC)

Carros foram integrados à frota oficial da prefeitura
(Foto: Cesar Brustolin/SMC)

Um levantamento da prefeitura de Curitiba apontou que os 10 carros usados no programa Ecoelétrico tiveram uma economia no gasto com combustíveis de 82%, quando comparados ao que veículos a gasolina teriam gasto nos cinco meses de implantação do programa. Os veículos, movidos a eletricidade, não emitem poluentes e são uma parceria entre a prefeitura e uma montadora, que cedeu os carros para o programa.

Os veículos atendem a Guarda Municipal, Secretaria de Trânsito (Setran), Instituto Curitiba de Turismo e aos gabinetes do prefeito e da vice-prefeita. Conforme a prefeitura, a recarga das baterias, nesses cinco meses, custou cerca de R$ 1,2 mil. Juntos, os carros já percorreram 24 mil quilômetros. Se fosse com gasolina, o custo poderia alcançar cerca de R$ 5,2 mil, estima a administração municipal.

O projeto Ecoelétrico tem como objetivo buscar incentivos para o uso de veículos movidos a eletricidade no Brasil. A ideia é mostrar como esses carros podem proporcionar economia e menos poluição no meio ambiente. Nesses cinco meses, os cálculos apontam que os 10 carros deixaram de emitir três toneladas de gás carbônico (CO2) no ar. Esse gás é o principal responsável pelo efeito estufa.

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Clássico: Golf conversível MK1 é perfeito para curtir os dias de sol

O Golf é um dos maiores sucessos comerciais da Volkswagen. Criado para substituir o Fusca, rapidamente ocupou o papel daquele que foi o carro do povo – porém equipado com motores refrigerados a água. A primeira geração vendeu quase 7 milhões de unidades, mas infelizmente as importações ficaram fechadas por aqui até a década de 1990. Desse modo o MK1 é bastante raro em nossas ruas, especialmente na versão cabriolet (conversível).